LUIZ FELIPE PONDÉ · CONTEÚDO EXCLUSIVO

O espaço para quem
leva o pensamento
a sério.

Uma newsletter para ir além da superfície, sem cortar caminho.
Um podcast sobre o que inquieta, provoca e define o nosso tempo.
Sob a curadoria intelectual e a ironia de Luiz Felipe Pondé.

Sem a obrigação de concordar.

Retrato em preto e branco de Luiz Felipe Pondé
LUIZ FELIPE PONDÉDOIS FORMATOS. UMA AUTORIA.

O pensamento como um fim em si mesmo.

01 / 02
A PLATAFORMA / HUMANIDADESCURADORIA DO AUTOR

Há ideias que levam anos
para encontrar seu lugar.

A plataforma do Pondé.

Um espaço de Luiz Felipe Pondé dedicado às ciências humanas, à cultura e ao conhecimento. Um ambiente digital que reúne sua produção intelectual, seus projetos próprios e as produções de autores sob sua curadoria.

O projeto estreia com Do Pensamento no Deserto e O Bolshevik, os primeiros de uma série de iniciativas dedicadas às humanidades. Uma proposta comprometida com o conhecimento, com a liberdade intelectual, com o rigor acadêmico e com a coragem de examinar ideias para além das trincheiras ideológicas.

Uma plataforma de conteúdos por assinatura.
Em breve como aplicativo na App Store e no Google Play.

EM BREVE COMO APLICATIVO · APRESENTAÇÃO ILUSTRATIVA
DOIS PRODUTOS. UMA PLATAFORMA.Lançamento em 31 de outubro de 2026
01 / A NEWSLETTERSÁBADOS, PELA MANHÃ
NO HORIZONTE / A NEWSLETTERPROGRAMAÇÃO PREVISTA

As próximas
inquietações.

O amor, a fé, o ressentimento, o cansaço.
O contemporâneo não é só o que acontece lá fora.

21 temas previstos / 2026–2027

O vício de parecer profundo — um manifesto contra a superficialidade

Abertura da newsletter marcando a oposição entre o barulho performático contemporâneo e a necessidade do deserto e do silêncio para pensar de verdade.

Manifesto inaugural: por que pensar exige deserto e por que o barulho é o novo analfabetismo

O esquecimento dos mortos e o delírio da imortalidade

No Finados, fugimos da certeza de que seremos esquecidos. Escondemos a morte e tratamos o luto como doença a ser medicada.

A medicalização do luto e a recusa contemporânea de habitar a perda

A fé como último refúgio dos cínicos

O cínico finge não acreditar em nada, mas é o mais supersticioso. Quando o desespero bate, ele reza escondido; sua ironia não dá conta do abismo.

O cinismo como superstição invertida: a tradição judaica e a impossibilidade de viver sem transcendência

O amor em contratinhos

A vida afetiva virou negociação jurídica. Aplicativos de relacionamento criaram uma geração que prefere a solidão higiênica ao risco do afeto profundo.

A consciência e o desejo: por que a racionalização do afeto é uma forma de aniquilamento do sujeito

O ressentimento como motor da história

O ressentimento é a emoção que mais constrói civilizações. A pergunta não é se somos ressentidos, mas o que aconteceria se deixássemos de ser.

Nietzsche, Oakeshott e a política do ressentimento: o que acontece quando a inveja vira programa de governo

O vazio do consumo e a liturgia da Black Friday

Comprar é o ritual religioso secular. Tentamos preencher o abismo de nossa insuficiência estrutural com produtos com desconto.

A Teoria Crítica e o consumo como liturgia: Adorno, Horkheimer e o shopping center como catedral

O cansaço moral de existir

Chegar ao fim do ano é atestado de sobrevivência. A exaustão não é física, mas de quem passou meses fingindo ser relevante em um universo indiferente.

Camus, Cioran e a virtude do cansaço: quando desistir da felicidade é o primeiro ato de lucidez

A solidão acompanhada das confraternizações

As festas de fim de ano como ápice da falsidade social. Brindamos a afetos de plástico para não encararmos a aterradora solidão que nos habita.

O cinema e a solidão em grupo: de Ozu a Bergman, a câmera como testemunha do vazio nas reuniões familiares

A obrigação de ser feliz — e o ressentimento do Natal

A imposição da alegria familiar gera mal-estar naqueles que têm coragem de admitir que a família é, muitas vezes, um fardo.

Nelson Rodrigues e o Natal: a família como palco de tragédias silenciosas e afetos impossíveis

O nascimento de Deus e a miséria humana

O Natal não é ceia farta, mas beleza no pântano. Deus se faz carne na manjedoura, e a esperança só faz sentido para quem está no fundo do poço.

Teologia da manjedoura: por que a esperança cristã só faz sentido para quem habita a miséria

O Réveillon como a grande mentira do recomeço

A passagem de ano como ápice do autoengano. A esperança de um ano melhor é apenas o anestésico necessário para suportarmos o mesmo tédio.

O mito do recomeço e a sabedoria do Eclesiastes: nada de novo sob o sol — e por que isso pode ser libertador

O tédio do sucesso

A mentira de que a vitória traz repouso. O sucesso apenas inaugura uma ansiedade maior: o medo constante de perder a relevância.

O consumo de causas como anestésico para a irrelevância: quando o sucesso vira vitrine vazia

A mentira como projeto de vida social

Sobreviver exige hipocrisia. A sinceridade absoluta não é virtude, mas sintoma de crueldade; a civilização depende da mentira para não desmoronar.

A hipocrisia como virtude civilizatória: por que a sinceridade radical destrói vínculos

A covardia como forma de inteligência

O covarde se disfarça de prudente e chama isso de maturidade. Ele sabe que o mundo pune quem ousa e prefere a mediocridade segura.

A prudência como álibi: Oakeshott, o ceticismo político e a coragem que ninguém quer ter

A infelicidade da saúde plena

A obsessão por dietas e longevidade é apenas covardia diante da morte. Transformamos o corpo em templo estéril e esquecemos a finitude.

O corpo como último ídolo: a obsessão pela saúde como sintoma de imaturidade diante da finitude

A miséria do empoderamento e a guerra dos sexos

O discurso de emancipação gerou solidão. Mulheres exaustas pela autossuficiência e homens inseguros que perderam o desejo diante da vigilância.

Nelson Rodrigues e a solidão dos emancipados: o desejo como território perdido entre homens e mulheres

A democracia como fetiche dos covardes

Nas vésperas das eleições, fingimos que o voto nos salva do abismo. A política virou palco para depositarmos a esperança vã de resolução da tragédia humana.

A irracionalidade do voto e a ilusão da escolha racional: o que a psicologia política nos ensina sobre eleições

A autossuficiência moral e o inferno do bem

A praga dos inteligentinhos que arrotam virtude nas redes sociais. Estar do 'lado certo da história' é apenas vaidade disfarçada de compaixão.

A ética performática das redes: quando a virtude digital substitui a virtude real

O patriotismo vazio dos idiotas

A ilusão do pertencimento nacional (Sete de Setembro) esconde o desamparo de não suportar a própria solidão. O nacionalismo como refúgio dos ressentidos.

Comportamento político e a fabricação simbólica do patriota: o que o Sete de Setembro revela sobre nossa imaturidade cívica

O deserto e o silêncio de Deus

Nossa Senhora Aparecida e a fé utilitária. A espiritualidade não pede milagres; ela ocorre no silêncio aterrador onde Deus se recusa a ser funcionário.

A apologética do silêncio: quando Deus se cala e a fé utilitária desmorona

O fardo de ter filhos e a tirania da infância

O Dia das Crianças revela nossa obsessão doentia. Projetamos neles nossa necessidade de perfeição, criando jovens mimados e incapazes de sofrer.

Winnicott e a criança impossível: quando a projeção parental impede o amadurecimento

Programação preliminar, sujeita a atualização. As datas temáticas refletem o planejamento editorial; a publicação regular acontece aos sábados pela manhã.

02 / O PODCASTEXCLUSIVO PARA ASSINANTES
O BOLSHEVIK · VINHETA

TERÇAS · QUARTAS · SEXTAS

O Bolshevik.

A pauta é livre.
A ironia, inevitável.

Das notícias que nos sobressaltam às questões que atravessam a experiência humana, Pondé comenta, analisa e provoca três vezes por semana. Um podcast solo exclusivo para assinantes, sem embalar o mundo para presente.

3EPISÓDIOS
POR SEMANA
Ao final
do dia.
TERÇA, QUARTA
E SEXTA

A conversa continua no WhatsApp.

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Entre o absurdo do cotidiano e as inquietações de sempre.

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  1. TERÇAO BolshevikAo final do dia
  2. QUARTAO BolshevikAo final do dia
  3. SEXTAO BolshevikAo final do dia
  4. SÁBADODo Pensamento
    no Deserto
    Pela manhã

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  • Análises das notícias e das inquietações humanas.
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  • Filosofia, história, cultura e as contradições da vida contemporânea.
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ANTES DE ESCOLHER

Algumas
respostas.

As perguntas difíceis ficam para o conteúdo.

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Sim. Em breve como aplicativo na App Store e no Google Play. O download será gratuito, e os conteúdos e produtos estarão disponíveis por assinatura, conforme o plano escolhido.

Como acesso a plataforma após assinar?

Após a confirmação da sua assinatura, você receberá um e-mail com o login e a senha para acessar a plataforma do Pondé e os conteúdos do plano escolhido. A mensagem será enviada ao endereço de e-mail informado na contratação.

Se não encontrar esse e-mail na caixa de entrada, verifique a caixa de spam ou lixo eletrônico.

Caso a mensagem também não esteja nessas pastas, entre em contato com a Equipe Pondé pelos canais oficiais de suporte indicados nesta FAQ. Nossa equipe também pode ajudar com dúvidas sobre login, acesso ou navegação.

Onde são feitas as assinaturas?

Os botões dos planos levam ao checkout correspondente na Yeon, onde a contratação e o pagamento são concluídos. Esta página apresenta os produtos e encaminha ao checkout; não coleta dados de pagamento nem processa cobranças. O acesso aos conteúdos acontece na plataforma do Pondé, sem depender do aplicativo futuro.

Qual é a diferença entre os dois produtos?

Do Pensamento no Deserto é uma newsletter semanal de reflexão, com análises culturais, históricas e filosóficas de temas contemporâneos. O Bolshevik é um podcast exclusivo em que Pondé analisa acontecimentos, notícias e as inquietações da experiência humana, três vezes por semana. Os formatos se complementam, mas também podem ser assinados separadamente.

Quando os conteúdos são publicados?

A newsletter sai aos sábados pela manhã. Os episódios de O Bolshevik são liberados terças, quartas e sextas ao final do dia. A primeira edição da newsletter está prevista para 31 de outubro de 2026.

Qual plano inclui a comunidade e o áudio da semana?

A assinatura da newsletter e o combo incluem a comunidade exclusiva para interação. É nela que os assinantes recebem um áudio exclusivo de Pondé sobre o tema da semana. O Bolshevik tem sua própria comunidade no WhatsApp para interação, avisos dos próximos episódios e discussão dos temas, mas não tem acesso ao áudio semanal do Pondé.

Posso assinar apenas um dos produtos?

Sim. O Bolshevik custa R$ 19,90 por mês e a newsletter custa R$ 29,90 por mês. A assinatura dos dois produtos custa R$ 39,90 por mês.

Qual é a vantagem do combo?

As assinaturas separadas somam R$ 49,80 por mês. No combo, os dois produtos custam R$ 39,90 por mês: uma economia de R$ 9,90. Para quem escolhe a newsletter, acrescentar R$ 10 por mês inclui também O Bolshevik.

Como posso entrar em contato com o suporte?

Se você tiver alguma dúvida sobre a plataforma, os conteúdos disponíveis ou sua assinatura, nossa equipe de suporte está à disposição para ajudar.

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Atenção: Estes são os únicos canais oficiais de suporte dedicados à plataforma de Luiz Felipe Pondé e aos produtos nela disponíveis.

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